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Control Resonant: a Remedy trocou de gênero, e a crítica aprovou com média 85

por Lucas Almeida 3 min de leitura

A Remedy Entertainment fez com Control Resonant a aposta mais arriscada de sua história: trocou a protagonista Jesse Faden pelo irmão Dylan, saiu do Oldest House para uma Manhattan distorcida e transformou o tiroteio sobrenatural do primeiro jogo em um beat ‘em up de zonas abertas. Os reviews, liberados em 18 de setembro, dizem que deu certo: média 85 no OpenCritic, com 86% dos críticos recomendando. O jogo chega em 24 de setembro para PS5, Xbox Series X|S e PC.

Resposta rápida: vale a pena?

Para quem gostou de Control e Alan Wake 2, sim — é a Remedy no auge da estranheza, com a melhor construção de mundo do estúdio. A ressalva é o gameplay: o combate é variado, mas não profundo, e as zonas abertas de Nova York às vezes parecem genéricas. É um jogo de atmosfera e história antes de ser um jogo de sistemas.

O que mudou em relação ao primeiro Control

Control (2019)Control Resonant (2026)
ProtagonistaJesse FadenDylan Faden
CenárioOldest House (interior)Manhattan fraturada (zonas abertas)
GêneroTiro em terceira pessoa + telecineseAção corpo a corpo estilo beat ‘em up + poderes
AmeaçaO HissUma entidade que escapou do FBC
LançamentoAgosto de 201924 de setembro de 2026

O que a crítica elogiou

A estranheza, amplificada

Nova York aparece dobrada, empilhada e fraturada — ruas que viram tetos, prédios que se abrem como gavetas. Reviews compararam a Inception e Doutor Estranho, e o VGC chamou de “um dos jogos mais impressionantes” do estúdio. O FBC (Federal Bureau of Control) finalmente aparece como uma organização governamental completa, com departamentos, burocracia e segredos.

História e escalada

Quem jogou Control vai reconhecer conceitos do primeiro jogo levados às últimas consequências. Dylan, que era um mistério em 2019, ganha profundidade, e a narrativa conecta ao universo compartilhado com Alan Wake.

O que ficou pela metade

O combate corpo a corpo tem variedade de golpes e poderes, mas os críticos concordam que falta profundidade — os encontros se resolvem de forma parecida depois de algumas horas. As zonas abertas, novidade para a Remedy, “regularmente parecem familiares demais”, nas palavras de um review, com atividades que lembram qualquer mundo aberto. O jogo, dizem, “está longe de perfeito”, mas “lembra a beleza de não saber tudo”.

Por que isso importa para você

Control Resonant é o raro caso de sequência que muda quase tudo e sai bem na crítica — o oposto de Marvel’s Wolverine, que manteve a fórmula e decepcionou na mesma semana. Se você tem PS5, Series X ou um PC razoável, é o lançamento mais interessante de setembro para quem quer algo diferente. Se prefere combate profundo, os reviews sugerem esperar patches ou promoção. No Brasil, a Remedy costuma praticar preço regional na Steam, o que torna a versão para PC a mais acessível.

Perguntas frequentes

Quando Control Resonant é lançado?

Em 24 de setembro de 2026, para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. Os reviews foram liberados em 18 de setembro.

Qual a nota de Control Resonant?

Média 85 entre os principais críticos no OpenCritic, com 86% de recomendação, na data em que o embargo caiu.

Preciso ter jogado Control para entender Resonant?

Não é obrigatório, mas ajuda: a história continua eventos do primeiro jogo e Dylan Faden era personagem central de seu mistério.

No DigitalRadar, analisamos os games que ousam. Fique no radar para os próximos reviews.

Lucas Almeida
Redação DigitalRadar

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